Usos e abusos de conversas sobre a “inculta e bela”

Comecei e parei de escrever várias vezes uma postagem sobre a (farsesca) polêmica ao redor das considerações impressas em uma página de uma gramática de língua portuguesa a ser usada em aulas de ‘Educação de Jovens e Adultos’ (o bom e velho supletivo).

Mas o Virgílio P. de Almeida (via Stella Bortoni) sintetizou a coisa toda e concluíu o que é necessário.

Mas, preciso acrescentar algo.

Infelizmente esse papo todo não tem nada a ver com liguística, gramática ou estudo da “inculta e bela”. Como tudo que é publicado ou aparece no Jornal Nacional utimamente, é a política, estúpido.

É claro como a água que interessa mais à imprensa e a certos zumbis que ainda acreditam-se vivos desmerecer toda e qualquer coisa perto da qual a atual administração chegue perto.

Assim, perdemos a oportunidade de realmente conversarmos sobre o ensino da língua e, até mesmo, de retomar reflexões sobe o acordo ortográfico e as características de nossa gramática que poderiam ser… digamos, aproximadas da realidade, para nos afundarmos (de novo e de novo e de novo) na querela dos cheirosos versus os-com-cheiro-de-povão.

Pena…

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